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A Direção-Geral de Política do Mar recebeu, esta semana, uma delegação chilena para uma reunião de trabalho que incidiu em torno de grandes temas da governação do Oceano, domínio no qual ambos os países assumem uma posição de liderança, e na identificação de oportunidades para reforço da cooperação bilateral com foco no Mar. A delegação chilena, composta pela Encarregada de Assuntos Oceânicos do Ministerio de Relaciones Exteriores de Chile, Ximena Alcayaga, e pelo cônsul do Chile em Lisboa, Emanuel Ruz-Wiznia, foi acolhida pela Diretora-Geral de Política do Mar, Marisa Lameiras da Silva, o Diretor de Serviços de Estratégia, Pedro Henriques Gonçalves, e o Chefe de Divisão de Relações Internacionais e Cooperação, André Vargas Ribeiro, numa reunião que culminou nos principais pontos: Liderança Internacional Enalteceu-se o papel ativo do Chile no panorama global, nomeadamente na coorganização da próxima Conferência dos Oceanos das Nações Unidas (com a Coreia do Sul) e na sua candidatura ao acolhimento do Secretariado do Acordo BBNJ – um reflexo do forte compromisso partilhado com Portugal na proteção da biodiversidade marinha além das jurisdições nacionais. Alinhamento multilateral Os dois países já colaboram ativamente no âmbito do High Level Panel for a Sustainable Ocean Economy, partilhando uma visão idêntica sobre a economia azul sustentável. Futuro da Cooperação Foram identificadas diversas áreas de interesse mútuo, abrindo caminho para a avaliação de atividades conjuntas e potencial celebração de um instrumento de cooperação bilateral formal no domínio dos Assuntos do Mar. Unidos por uma forte identidade marítima e por desafios comuns, Portugal e Chile continuarão a navegar juntos rumo a um Oceano mais saudável, resiliente e sustentável.
Portugal e Chile empenhados em reforçar a cooperação bilateral no domínio do Oceano
A Diretora?Geral de Política do Mar, Marisa Lameiras da Silva, acompanhada pela Diretora de Serviços de Programas e Financiamentos, Rute Assis, e pela Chefe de Divisão de Avaliação e Monitorização, Sandra Estevéns, realizou no dia 12 de maio uma visita oficial ao estaleiro NavalRocha, S.A., localizado na zona ribeirinha de Lisboa. Esta infraestrutura, integrada no Porto de Lisboa, constitui um ativo estratégico para o setor marítimo?portuário nacional, destacando?se pela sua longa experiência na reparação, manutenção e conversão de navios. A deslocação permitiu aprofundar o conhecimento sobre a atividade desenvolvida pela empresa, que opera há várias décadas no segmento da indústria naval e presta serviços especializados a uma ampla diversidade de embarcações, incluindo navios de passageiros, cargueiros, rebocadores, unidades militares, navios de expedição polar e embarcações de apoio industrial. A NavalRocha tem igualmente reforçado a sua intervenção em mercados de maior complexidade técnica, nomeadamente navios LPG, LNG, bem como unidades de prospeção sísmica e monitorização do Oceano, contribuindo para o posicionamento competitivo de Portugal no setor da indústria naval. A visita constituiu uma oportunidade para analisar os desafios e oportunidades associados à inovação, à sustentabilidade e à modernização tecnológica da indústria naval, num contexto em que a transição energética, a digitalização e a qualificação de recursos humanos assumem crescente relevância para o desenvolvimento da economia azul. A Direção?Geral de Política do Mar expressa o seu reconhecimento à administração e equipa da NavalRocha pela partilha de conhecimento técnico e pela apresentação das dinâmicas operacionais do estaleiro, ao Secretário-Geral da Associação das Indústrias Navais (AIN), Mário Pinho, pela disponibilidade demonstrada na organização desta visita. A iniciativa contou igualmente com a presença de representantes do Grupo ETE e da Administração do Porto de Lisboa, reforçando a articulação institucional entre entidades públicas, operadores portuários e indústria naval.
Visita ao Estaleiro NavalRocha: desafios e oportunidades da economia azul
O programa Escola Azul, promovido pela Direção-Geral de Política do Mar (DGPM), marcou presença na Bienal Kids “Guardiões do Oceano”, a componente educativa da Bienal do Mar de Peniche 2026, com uma atividade dedicada às escolas do município: o Jogo do Mar. Entre os dias 25 e 29 de maio, o Centro Cívico Intergeracional de Peniche acolheu as visitas escolares da Bienal Kids, no período da manhã. Foi neste contexto que a Escola Azul dinamizou sessões com o Jogo do Mar, um jogo de tabuleiro de grande formato, com perguntas sobre o Oceano, concebido para despertar a curiosidade e aprofundar o conhecimento dos jovens sobre o mundo marinho. A iniciativa envolveu alunos das escolas de Peniche, que tiveram a oportunidade de aprender sobre biodiversidade marinha, ecossistemas e a importância da proteção do Oceano de forma lúdica e participativa. O grande formato do tabuleiro convidou à interação em grupo, transformando cada jogada numa ocasião de descoberta e partilha. A participação na Bienal do Mar de Peniche reforça o compromisso da DGPM com a promoção da Literacia do Oceano junto das comunidades escolares, levando aos jovens de todo o país ferramentas e experiências que tornam o Oceano mais próximo, mais compreendido e mais valorizado.
Jogar para descobrir o mar: Escola Azul na Bienal Kids de Peniche
A Direção-Geral de Política do Mar (DGPM), na qualidade de Ponto Focal Nacional de cooperação bilateral com os serviços homólogos dos países lusófonos e para os Assuntos do Mar junto da CPLP, participou na Reunião Ordinária do Comité de Concertação Permanente da CPLP, em parceria com o Comité Nacional para a Década do Oceano que apresentou uma proposta para a implementação de uma rede de comités nacionais da CPLP para a Década das Nações Unidas das Ciências do Oceano (2021-2030). Objetivos e interesse da rede de Comités Nacionais para a Década do Oceano da CPLP: Visibilidade Global: O reconhecimento desta rede pela ONU permitirá projetar internacionalmente o contributo dos Estados-membros da CPLP nas questões globais do Oceano. Liderança na Governação: Esta conexão destacará a comunidade lusófona no domínio da governação do Oceano e da ciência sustentável. Reforço da literacia do Oceano: A rede oferece um potencial ímpar para aproximar os cidadãos do mar, promovendo a educação, a consciencialização e o reforço da literacia do Oceano junto das populações de todos os Estados-membros. Momento oportuno: A proposta de criação da rede surge no ano de celebração do 30.º aniversário da CPLP, valorizando a união da comunidade e a sua ligação ao Mar, antecedendo a grande Conferência da Década do Oceano de 2027, um marco da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030) da ONU, que o Brasil acolherá na cidade do Rio de Janeiro. A apresentação de hoje confluirá para a 4.ª Reunião Extraordinária de Ministros dos Assuntos do Mar da CPLP, agendada para 8 de junho – Dia Mundial do Oceano – e onde se prevê a aprovação do Plano Estratégico de Cooperação para o Oceano da CPLP (2026–2030). Com esta ação, a DGPM confirma o empenho de Portugal em torno do reforço da cooperação no domínio do Oceano no seio da CPLP e reafirma o seu alinhamento com os objetivos da Década do Oceano, ciente da enorme mais-valia política e diplomática que esta rede poderá trazer à comunidade e a todos os seus Estados-membros.
DGPM e Comité Nacional para a Década do Oceano unem esforços junto da CPLP para propor rede de comités lusófonos
A Diretora-Geral de Política do Mar, Marisa Lameiras da Silva, participou na sessão de abertura do evento “Innovation Meets Regions – Peniche”, promovido pela RUN-EU – Regional University Network – European University, através do Politécnico de Leiria e da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM), que decorreu entre os dias 26 e 29 de maio. Integrado na programação da Bienal do Mar de Peniche, uma das maiores feiras nacionais dedicadas às atividades económicas ligadas ao mar, o evento afirmou-se como uma iniciativa estratégica de base territorial para a valorização do mar enquanto eixo central de desenvolvimento económico, científico e cultural sustentável, reunindo comunidade científica, agentes económicos, instituições e sociedade civil em torno da inovação e da Economia Azul. Sob o tema “Networked Ecosystems | Marine Biodiversity, Innovation and the Blue Economy”, a Diretora-Geral de Política do Mar apresentou uma perspetiva estratégica sobre as políticas públicas para o Oceano e o posicionamento de Portugal neste domínio, destacando igualmente o trabalho desenvolvido por Peniche no âmbito da Economia Azul. O evento reuniu representantes da Câmara Municipal de Peniche, de entidades governamentais, das universidades parceiras da RUN-EU e de atores relevantes do ecossistema nacional da Economia Azul. Ao congregar as dimensões local, nacional e europeia, esta iniciativa reforça o posicionamento de Peniche e da região Oeste como polo emergente da Economia Azul, em sintonia com as prioridades estratégicas da União Europeia. Ancorado num território profundamente ligado ao mar, o “Innovation Meets Regions – Peniche” promoveu a partilha de boas práticas europeias em inovação regional, reforçou a articulação entre ciência, economia e políticas públicas, e fomentou soluções colaborativas para desafios societais, ambientais e económicos, contribuindo para afirmar a investigação científica e a cooperação institucional como motores de desenvolvimento sustentável e competitividade territorial.
“Innovation Meets Regions – Peniche” | Economia Azul: Inovação, Sustentabilidade e Competitividade Territorial

A DGPM – Direção-Geral de Política do Mar esteve presente na estreia do documentário “Gorringe – O Gigante do Atlântico”, que resulta da expedição científica de setembro de 2024 promovida pela Fundação Oceano Azul (Oceano Azul Foundation) e pelo Oceanário de Lisboa, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Marinha Portuguesa – Página Oficial e outros parceiros nacionais e internacionais. A cerimónia, encerrada pelo Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, destacou a relevância da criação da Reserva Natural Marinha Dom Carlos como um passo significativo na proteção dos montes e bancos submarinos do Atlântico Nordeste, habitats de extraordinária produtividade e refúgio de espécies vulneráveis, migratórias e de elevado valor ecológico. Um contributo concreto para o cumprimento da Meta 30×30: proteger 30% das áreas marinhas até 2030. Esta é uma missão que partilhamos: proteger e valorizar o Oceano português. Assista aqui ao documentário:

A Direção-Geral de Política do Mar (DGPM) esteve representada no evento oficial de lançamento da ECOP Portugal (Early Career Ocean Professionals), que se realizou nas instalações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A presença da DGPM reafirma o empenho desta Direção-Geral no acompanhamento das iniciativas que promovem a valorização das profissões do mar e o desenvolvimento do capital humano no setor do Oceano. Uma rede nacional integrada na Década do Oceano A ECOP Portugal nasce com o objetivo de reunir estudantes, investigadores e profissionais em início de carreira nas diversas áreas ligadas ao Oceano, promovendo a colaboração e a partilha de conhecimento. A rede integra o programa internacional ECOP Network, enquadrado na Década das Nações Unidas das Ciências do Oceano para o Desenvolvimento Sustentável, reforçando o compromisso de Portugal com os objetivos globais de cooperação e sustentabilidade do Oceano. O evento contou com a presença da Coordenadora Global do ECOP Network Programme, Evgeniia Kostianaia, que sublinhou a importância de capacitar os profissionais do setor no início das suas carreiras, e com apresentações das coordenadoras nacionais Melinda Martins e Leonor Neves sobre a estrutura e visão da rede. Profissões azuis e desenvolvimento sustentável do setor O programa do evento incluiu o workshop “Construir o Meu Caminho na Economia Azul” e um painel de discussão subordinado ao tema “O Futuro do Oceano em Portugal: Carreiras e Impacto”, que reuniu representantes de organizações nacionais e internacionais ligadas ao setor marítimo. Os trabalhos evidenciaram a diversidade de percursos profissionais no âmbito da economia azul e a necessidade de reforçar as pontes entre a formação académica, a investigação e o mercado de trabalho no setor do Oceano. A ECOP Portugal assume, neste contexto, um papel relevante no fortalecimento da comunidade nacional ligada ao Oceano, através da promoção da colaboração, da partilha de conhecimento e da criação de oportunidades para os jovens profissionais do setor. A DGPM acompanha com interesse o desenvolvimento desta iniciativa, reconhecendo o seu contributo valioso para a consolidação de uma comunidade profissional coesa e qualificada, ao serviço do desenvolvimento sustentável do setor e dos objetivos da política do mar.

A Diretora-Geral de Política do Mar, Marisa Lameiras da Silva, recebeu no dia 25 de maio o Comandante da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras da GNR – Guarda Nacional Republicana, Major-General José Gomes Rodrigues, numa visita de apresentação de cumprimentos. Este encontro reafirma a articulação estratégica entre a DGPM – Direção-Geral de Política do Mar e as forças de segurança com responsabilidades no espaço marítimo e costeiro nacional. Num momento em que os desafios associados à governação do Oceano exigem respostas integradas e transversais, a consolidação de parcerias institucionais é fundamental para a prossecução de uma política do mar coesa, eficaz e alinhada com as prioridades da Estratégia Nacional para o Mar e para a promoção da Literacia do Oceano. É com este espírito de cooperação, partilha e conhecimento que a DGPM trabalha todos os dias pela valorização do Mar Português.

Considerando o papel de Portugal na prossecução da Estratégia Marítima para o Atlântico, bem como na elaboração e execução dos seus Planos de Ação (de 2013 e de 2020, este último em processo de atualização), a DGPM – Direção-Geral de Política do Mar, enquanto coordenadora nacional, participou numa série de sessões de discussão sobre a criação de uma futura Estratégia macrorregional para o Atlântico. Esta iniciativa decorre do processo lançado após o Conselho Europeu ter mandatado, em dezembro de 2025, a Comissão Europeia para desenvolver esta estratégia até junho de 2027, em cooperação com Portugal, Espanha, França e Irlanda, os quatro Estados-membros que integram a Estratégia Marítima. As sessões ocorreram em Lisboa (12 de maio), no Porto (13 de maio) e em Faro (15 de maio), acolhidas pelas respetivas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR). Coordenada pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, IP – AD&C, em parceria com a DGPM, as CCDRs, as Autoridades de Gestão das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e a Direção-Geral de Assuntos Europeus do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a iniciativa promoveu um debate qualificado e participado sobre o potencial de um novo quadro de cooperação à escala atlântica. Os encontros contaram com a participação de representantes de entidades institucionais, científicas, empresariais e da administração pública com competências nas áreas do mar, da inovação e do desenvolvimento regional. Neste contexto, os participantes refletiram sobre a importância de uma visão estratégica para o Atlântico, considerando a importância para o país e o seu posicionamento, o reforço de sinergias entre atores e o contributo para a afirmação da bacia atlântica no espaço europeu. A participação da DGPM neste processo visa assegurar a continuidade técnica entre os sucessivos planos de ação da Estratégia para a Bacia Atlântica e uma nova estratégia macrorregional, garantindo que a experiência acumulada ao longo de 14 anos possa ser considerada e integrada nas futuras iniciativas que venham a ser desenvolvidas no espaço atlântico. Tanto no que respeita aos trabalhos da Estratégia Marítima para o Atlântico, como no desenho de uma estratégia macrorregional, a DGPM empenhar-se-á em relevar a componente marítima, dada a sua importância para a cooperação entre Estados-membros no desenvolvimento de uma Economia Azul sustentável e resiliente – um fator que centraliza e distingue Portugal no seio da União Europeia. A DGPM continuará a acompanhar e a participar neste processo, no âmbito das suas competências, contribuindo para a afirmação de uma agenda atlântica que reforce a posição marítima de Portugal.

O Oceano tem profissões que ainda não imaginas. Mergulhadores científicos. Engenheiros de energias marinhas renováveis. Biólogos das profundezas. Juristas do Direito do Mar. Pilotos de ROV. Investigadores de biotecnologia azul. Arqueólogos subaquáticos. Profissões reais, com futuro, à espera de quem as conte. A 6.ª edição do Prémio Mário Ruivo -Gerações Oceânicas desafia jovens de todo o país a descobrir este universo e a dar-lhe voz através do cinema. Uma homenagem ao legado do Professor Mário Ruivo e ao papel do Oceano na nossa sociedade, contada pela geração que vai construir o seu futuro. ?? Tema “O Oceano e as profissões do mar” ??? Para jovens entre os 14 e os 21 anos ?? Filmes até 7 minutos ?? 4 categorias a concurso ?? Prémios de 2.000€ (por categoria) ??Candidaturas até 30 de setembro ?? premiomarioruivo.pt O teu futuro tem mar. Conta-nos como.